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 link para a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde Elaborada em dezembro de 2007
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Prevenção à violência contra crianças e adolescentes - parte 1

O que é?

É tudo o que fazemos ou deixamos de fazer que provoque dano físico, sexual e/ou psicológico à criança ou ao adolescente.

Exemplos:

  • violência física: beliscões, cintadas, chineladas, puxões de orelhas, uso da força física ao tocar na criança ou no adolescente;
  • violência sexual: manipulação da genitália, exploração sexual, ato sexual com ou sem penetração;
  • violência psicológica: rejeição, desrespeito, depreciação, rotulação, xingamento, cobrança e punições exageradas;
  • negligência ou abandono: falha ou omissão em prover os cuidados, a atenção, o afeto e as necessidades básicas da criança ou do adolescente, como saúde e alimentação.
  • Indicações de que uma criança e/ou adolescente possa estar sendo vítima de violência:

  • lesões físicas;
  • doenças sexualmente transmissíveis (DST);
  • problemas de aprendizagem;
  • comportamento muito agressivo ou apático;
  • comportamento extremamente tenso;
  • afastamento, isolamento;
  • conhecimento sexual inapropriado para a idade;
  • negar-se a voltar para casa;
  • idéias e/ou tentativas de suicídio;
  • autoflagelação;
  • fugas de casa;
  • choro sem causa aparente;
  • hiperatividade;
  • comportamento rebelde;
  • desnutrição;
  • aparência descuidada e suja.

  • Atitudes que podem ajudar a criança ou o adolescente vitimizado:

  • não culpá-la;
  • mostrar que ela não está só;
  • acreditar nela;
  • deixar que ela fale sobre seus sentimentos;
  • incentivar a procura de ajuda profissional;
  • não criar expectativas que não sabe se poderão ser cumpridas;
  • reforçar atitudes positivas da criança/adolescente;
  • incentivar a autoconfiança;
  • dizer e permitir que seja diferente;
  • respeitar seu jeito de ser.
  • Há um bom tempo as crianças e os adolescentes eram tratados com pouca ou nenhuma consideração. Posteriormente, muitos confundiram a relação mais aberta e afetuosa com falta de limites. Hoje em dia, há uma busca de equilíbrio, já que essas duas formas de tratar a criança/adolescente não trouxeram resultados satisfatórios.

    O que fazer:

    Tratar a criança/adolescente como pessoa em condição diferenciada de desenvolvimento. Ter claro, querendo ou não, que nós somos um modelo para a criança/adolescente e que é preciso avaliar sempre nossa atuação. Saber que rigidez, autoritarismo, gritaria não têm nada a ver com dar limites.

     

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