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SAÚDE BUCAL

Publicado: Quarta, 13 de Maio de 2015, 17h18 | Acessos: 875

ACESSO AOS SERVIÇOS DE SAÚDE; INQUÉRITOS EPIDEMIOLÓGICOS

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PERES, Marco A. et al. Desigualdades no acesso e na utilização de serviços odontológicos no Brasil: análise do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL 2009). Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 28, supl., p. s90-s100, 2012. Disponível em Scielo

Pretendeu-se descrever o padrão de utilização, acesso e tipo de serviço odontológico utilizado por adultos e idosos das capitais brasileiras segundo características sociodemográficas. Foram utilizados dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) de 2009 (n = 54.367). Mais da metade da população revelou necessitar de tratamento odontológico no último ano e desta, 15,2% não conseguiram atendimento. O uso de serviço odontológico privado foi de 61,1%. A participação do Sistema Único de Saúde variou de 6,2% no Distrito Federal a 35,2% em Boa Vista. Análises multivariáveis de Poisson revelaram que as maiores prevalências de percepção de necessidades de tratamento ocorreram nas mulheres, nos adultos de meia idade e nos mais escolarizados. Falta de acesso aos serviços odontológicos foram mais prevalentes em mulheres, nos mais jovens, nos menos escolarizados e nos pardos. Os resultados deste estudo revelam a existência de marcantes iniqüidades na utilização e acesso de serviços odontológicos nas capitais brasileiras.

PROMOÇÃO DA SAÚDE; ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

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KUSMA, Solena Ziemer; MOYSES, Simone Tetu; MOYSES, Samuel Jorge. Promoção da saúde: perspectivas avaliativas para a saúde bucal na atenção primária em saúde. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 28, supl., p. s9-s19, 2012. Disponível em Scielo

A avaliação de ações de promoção da saúde é um desafio metodológico e estratégico para a construção de evidências que possam apoiar processos de gestão em saúde. O emprego de métodos adequados de avaliação, baseado na análise participativa de processos e contextos locais, é indispensável ao sucesso das intervenções e formulação e implementação de políticas. A Política de Promoção e Vigilância em Saúde Bucal no Brasil explicita a necessidade de aprimorar estratégias avaliativas de ações de promoção da saúde bucal desenvolvidas no contexto da atenção primária que permitam avaliar não somente seus resultados e impacto, mas também o processo político e social para alcançar os objetivos estabelecidos. Este artigo se propõe a sistematizar a literatura no campo da avaliação da efetividade de estratégias de promoção da saúde, definir um modelo teórico e propor uma matriz de descritores, explorando a base referencial da promoção da saúde e práticas com potencialidade para reduzir situações de fragilidade de grupos populacionais, combater iniqüidades e incorporar a participação na gestão da saúde.

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