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SAÚDE OCULAR

Publicado: Terça, 14 de Fevereiro de 2017, 15h20 | Acessos: 147

CRIANÇAS; INTERVENÇÃO PRECOCE

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NASCIMENTO, Gabriela Cordeiro Corrêa do; GAGLIARDO, Heloisa Gagheggi Ravanini Gardon. Atenção à saúde ocular de crianças com alterações no desenvolvimento em serviços de intervenção precoce: barreiras e facilitadores. Revista Brasileira de Oftalmologia, Rio de Janeiro, v. 75, n. 5, p. 370-375, set./out. 2016. Disponível em: Scielo

Objetivo: Identificar fatores que influenciam na detecção precoce de deficiência visual e o início da intervenção precoce de crianças com alterações no desenvolvimento. Métodos: O estudo constituiu-se de levantamento, exploratório e descritivo, que contou com a aplicação de questionários com representantes institucionais, profissionais da equipe dos serviços de intervenção precoce e mães ou cuidadores das crianças atendidas. Os dados receberam tratamento estatístico através dos softwares Sistema de Análise Estatística SAS 9.3, Wolfram Mathematica e Microsoft Excel. A amostra constituiu-se de 434 sujeitos (19 representantes institucionais, 142 profissionais dos serviços e 273 mães/cuidadores das crianças atendidas). Resultados: A análise dos resultados revelou valores estatísticos de p-valor=0,0119 para a realização do teste do olhinho no que se refere ao início da intervenção precoce. A mãe recebe orientação quanto ao desenvolvimento da visão que obteve valores de p-valor=0,0106 para início da intervenção oportuna e valores de p-valor=0,0061 para primeira consulta ao oftalmologista. Conclusão: Realizar o teste do olhinho constituiu-se fator facilitador para o início da intervenção precoce e ter uma deficiência exclusivamente visual e frequentar instituição privada como barreira. A entrada tardia em serviço de intervenção precoce afeta negativamente a idade da primeira consulta oftalmológica. A mãe recebe orientação quanto ao desenvolvimento da visão que revelou-se fator facilitador para a primeira consulta ao oftalmologista e para início da intervenção oportuna. O campo da saúde ocular constitui-se demanda da saúde pública e requer ações e programas educativos direcionados aos familiares, profissionais e gestores institucionais.

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