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ALEITAMENTO MATERNO

Publicado: Quarta, 07 de Fevereiro de 2018, 15h10 | Acessos: 1008

DESEMPENHO PSICOMOTOR; OBESIDADE; SOBREPESO

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WEISSTAUB N, Gerardo; SCHONHAUT B, Luisa; SALAZAR R, Gabriela. Lactancia materna, desarrollo motor y obesidad, ¿Existe asociación causal?. Revista Chilena de Pediatria, Santiago, v. 88, n. 4, p. 451-457, 2017. Disponível em Scielo

La obesidad infantil es el principal problema de salud pública en Chile, siendo sus principales causas el aumento de comida rica en energía y el sedentarismo. Las intervenciones basadas en prevenir la obesidad se han enfocado principalmente en mejorar la ingesta, tanto en calidad como en cantidad, sin tomar en consideración la actividad física, que en el menor de 2 años, se expresa como desarrollo motor grueso. Algunos estudios han demostrado la asociación entre desarrollo motor temprano, actividad física y riesgo de obesidad posterior. No se sabe si la obesidad en el lactante es causa de menor desarrollo motor (debido a que los niños obesos podrían tener mayor dificultad para movilizarse) o, por el contrario, podría ser la menor habilidad para moverse, la que aumenta el riesgo de obesidad. El objetivo de este manuscrito es analizar la evidencia respecto a la relación entre lactancia materna (LM), desarrollo motor y obesidad en la infancia. Comprender esta asociación y los posibles mecanismos causales permitiría planificar estrategias enfocadas a la infancia temprana para promover la LM, la alimentación saludable y favorecer la estimulación temprana, desde la atención pediátrica.


SAÚDE DA CRIANÇA; ENFERMAGEM EM ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

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TORYIAMA, Áurea Tamami Minagawa et al. Aleitamento materno: o que mudou após uma década?. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 25, e2941, 2017. Disponível em Scielo

Objetivo: analisar as mudanças ocorridas na prevalência, duração mediana e determinantes do aleitamento materno, em um município de pequeno porte do Estado de São Paulo. Método: análise de dois estudos transversais, conduzidos com intervalo de uma década, com 261 e 302 crianças menores de dois anos, respectivamente. Utilizou-se análise de sobrevida de Kaplan-Meier, para o cálculo da duração mediana do aleitamento materno, e regressão de Cox para a análise dos determinantes, com nível de significância de 5%. Resultados: constatou-se incremento de 33,4% na prevalência de aleitamento materno exclusivo e de 20,9% no aleitamento materno. Com relação a esse último, sua duração mediana aumentou de 7,2 para 12 meses. No segundo estudo, sua duração mediana foi menor em crianças de primeira ordem de nascimento, e que usavam chupeta, e não foi associada às ações de incentivo ao aleitamento materno. Conclusões: avanços na prevalência e na duração do aleitamento materno foram observados no município em questão, porém, o uso de chupeta ainda se mantém como determinante de menor duração mediana para a prática. Portanto, com este estudo, contribuiu-se para evidenciar a necessidade de intensificação das ações de enfermagem na promoção do aleitamento materno e desencorajamento quanto ao uso de chupeta.

 

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