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SAÚDE DO IDOSO

Publicado: Quinta, 08 de Fevereiro de 2018, 11h41 | Acessos: 1792

ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE; ENVELHECIMENTO

021
MEDEIROS, Kaio Keomma Aires Silva; PINTO JÚNIOR, Elzo Pereira; BOUSQUAT, Aylene; MEDINA, Maria Guadalupe. O desafio da integralidade no cuidado ao idoso, no âmbito da Atenção Primária à Saúde. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 41, n. esp. 3, p. 288-295, set. 2017. Disponível em Scielo

Este ensaio objetiva discutir os desafios da integralidade no cuidado ao idoso, no âmbito da Atenção Primária à Saúde, considerando o paradigma da funcionalidade, a atenção domiciliar e a formação profissional, como uma tentativa de fomentar esse debate no âmbito da saúde coletiva.


SERVIÇOS DE SAÚDE; ENVELHECIMENTO; ACOLHIMENTO

022
CORTE, Beltrina; KIMURA, Cleber; XIMENES, Maria Amélia; NOBREGA, Otávio Toledo. Determinantes da atenção aos idosos pela rede pública de saúde, hoje e em 2030: o caso da Região Metropolitana de São Paulo. Saúde & Sociedade, São Paulo, v. 26, n. 3, p. 690-701, jul./set. 2017. Disponível em Scielo

Este artigo buscou identificar o perfil da atenção dispensada aos idosos na saúde a partir da escuta de 39 representantes dos conselhos de saúde dos municípios da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), conforme executado hoje e desejável para 2030. Para tanto, utilizou-se o método Delphi para obtenção de consensos, assim como técnica de análise de conteúdo e discurso social com apoio do software NVivo. Os discursos sociais mostram que hoje são incipientes serviços e ações de saúde, faltam recursos humanos, há descontentamento com esferas de poder e com a forma de seleção dos funcionários, além de serem reconhecidas falhas em capacitação e morosidade na implementação de serviços. Para 2030, há o desejo de melhores espaços coletivos e de qualificação pessoal, maior articulação e comunicação entre e nas secretarias, e escuta qualificada às necessidades e experiências dos mais velhos. Conclui-se que, se nada for feito, dificilmente o quadro mudará em futuro próximo, até porque os representantes não se mostram preparados ou empoderados para exercer a gestão dos serviços públicos de saúde, principalmente em face do crescente contingente que busca serviços de saúde.

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