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ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

Publicado: Segunda, 21 de Janeiro de 2019, 15h42 | Acessos: 48

ACESSO A MEDICAMENTOS; EPIDEMIOLOGIA

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DRUMMOND, Elislene Dias; SIMOES, Taynãna César; ANDRADE, Fabíola Bof de. Acesso da população brasileira adulta a medicamentos prescritos. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 21, e180007, 2018. Disponível em Scielo

Objetivo: Estimar a prevalência e verificar os fatores associados ao acesso a medicamentos prescritos, pela população adulta brasileira, e descrever as distribuições de dispêndio monetário para acesso aos fármacos, fonte de obtenção e motivos para o não acesso. Métodos: Com base em um delineamento transversal, a partir dos dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013, analisou-se uma amostra composta por indivíduos adultos que tiveram medicamentos prescritos por profissional de saúde, nas duas semanas anteriores à realização da pesquisa. A variável dependente foi o acesso a medicamentos prescritos (total, parcial, nulo). Os dados foram analisados por meio de regressão logística multinomial, considerando-se o acesso total como categoria de referência. Resultados: Os resultados mostraram alta prevalência de acesso total a medicamentos prescritos no Brasil (83,0%; IC95% 81,3 - 84,6). A maioria dos indivíduos teve dispêndio monetário com a obtenção dos fármacos (63,9%), sendo que os principais motivos para o não acesso foram a ausência do medicamento no serviço público de saúde (57,6%) e falta de dinheiro (11,9%). Foram observadas maiores chances de acesso parcial para os indivíduos atendidos no serviço público (OR = 2,5; IC95% 1,58 - 3,97). Maior chance de acesso nulo foi associada à cor de pele não branca (OR = 1,43; IC95% 1,03 - 1,99). Conclusão: Os resultados revelaram iniquidade no acesso a medicamentos, reforçando a necessidade de fortalecimento do Sistema Único de Saúde para o fornecimento gratuito de fármacos, de modo a reduzir as desigualdades.

HIPERTENSÃO; IDOSO; ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

006
GARCIA-FALCÓN, Dorgerys; LORES-DELGADO, Danneris; DUPOTEY-VARELA, Niurka M.; ESPINO-LEYVA, Diana L.. Atención Farmacéutica en adultos mayores hipertensos. Una experiencia en la atención primaria de salud en Cuba. Ars Pharmaceutica, Granada, v. 59, n. 2, p. 91-98, abr./jun. 2018. Disponível em Scielo

Introducción: Los adultos mayores constituyen un grupo poblacional con predominio de enfermedades crónicas, entre estas la hipertensión arterial. Esto implica un incremento en el consumo de medicamentos y de los problemas relacionados con los mismos. De ahí que en estos resulte útil el desarrollo de la atención farmacéutica para optimizar la farmacoterapia que reciben. Objetivo: Evaluar el impacto de un servicio de atención farmacéutica en pacientes adultos mayores hipertensos. Métodos: Se realizó un estudio prospectivo y de intervención desde enero a junio del 2017, en el que participaron 50 adultos mayores hipertensos. Para su desarrollo se empleó un procedimiento normalizado de trabajo. Se evaluó el impacto de las intervenciones en la adherencia terapéutica, la satisfacción de los pacientes y en la resolución o prevención de los resultados negativos asociados a la medicación. Resultados: Predominaron los pacientes del sexo femenino (62 %) y nivel de escolaridad preuniversitario (40 %). El 54 % de los pacientes estuvo sometido a la polifarmacia. Se detectaron 232 resultados negativos asociados a la medicación, predominando los de seguridad (75,4 %), seguidos de los de efectividad (17,7 %). Se realizaron 237 intervenciones farmacéuticas que incrementaron a un 84 % el porcentaje de pacientes adheridos totalmente. Se resolvieron 82,76 % de los resultados negativos asociados a la medicación y el 100 % de los pacientes estuvo satisfecho. Conclusiones: El servicio desarrollado tuvo un alto impacto al incrementar la adherencia terapéutica, solucionar la mayoría de los resultados negativos asociados a la medicación y lograr la satisfacción de pacientes y cuidadores.

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