Goiânia, 07 de novembro de 2005.

O ESCOLAR COM AIDS: RELATO DE EXPERIÊNCIA.

Lidiane Dias Reis

Sônia Carvalho Santos

Sabrine Andressa Vieira

Isabel Cristina dos Santos

Aline Bárbara Garcia Lima

Márcia Rodrigues dos Santos

Daniele Silveira da Silva

Denise Bernal Gomes Massad

O impacto frente o escolar portador do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) despertou interesse em cuidar, de forma integral, com vistas a amenizar o sofrimento da criança e sua família. Objetivos: identificar necessidades biopsicosociais da escolar com AIDS; prestar assistência individualizada à escolar e orientar esta e sua família acerca da doença e prognóstico. Metodologia: o estudo é qualitativo, tipo estudo de caso que, segundo TRIVIÑOS (1994, p. 129), “capta não só a aparência, como também sua essência, experiências e perspectivas (. . .)”. O referencial teórico está baseado no Processo de Enfermagem de Wanda Aguiar Horta (1979). Resultados: As necessidades biopsicossociais do escolar são: déficit de peso, febre, taquidispnéia, diarréia, lesão herpética mentoniana, monilíase, disfagia, náuseas e vômitos, desconhecimento sobre a doença, saudades da casa e dos amigos, dentre outros. A assistência prestada abrangeu os cuidados a saber: registro dos aspectos: aceitação das dietas, sinais vitais, de desidratação, e de infecção, orientar acompanhante/escolar quanto à importância da alimentação, medicações e, ingestão hídrica; encaminhar a criança e o acompanhante ao psicólogo e serviço social, entre outros. Devido à falta de adesão ao tratamento, a carga viral da escolar aumentou para 490. 000 mm3 e o diagnóstico médico indicou sua evolução para C3, segundo a classificação pediátrica para portadores do HIV/AIDS do Center for Disease Control and Prevention de Atlanta, EUA. Concluiu-se que prognóstico é sombrio, uma assistência adequada pode favorecer uma melhor condição de vida, em destaque, no caso da escolar, foco do estudo. .

Correspondência para: Lidiane Dias Reis, e-mail: lidianereis@terra.com.br