Goiânia, 07 de novembro de 2005.

ESTÁGIO EXTRA CURRICULAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA.

Mariana de Oliveira Waucher

Viviane Marten Milbrath

Fernanda Molina Urrutia

Maria Beatriz de Oliveira Dias

Esse trabalho pretende relatar a experiência obtida ao realizar um estágio voluntário observacional em uma Unidade de Terapia Intensiva Neonatal Tendo com o supervisor o enfermeiro da referida unidade. Com o estágio tive a oportunidade de ampliar a minha visão diante das várias rotinas de uma Unidade de Terapia Intensiva neonatal e pediátrica, visto que naquele instante encontrava-me na condição de acadêmica do segundo semestre do curso de Enfermagem. Deram-me liberdade para que eu me aproximasse até as crianças, aconchegando-as e dando-lhes atenção, porque apesar de a maioria ter poucos meses, ou dias de vida sabemos que o calor humano é muito importante para a recuperação de um paciente, independente de idade, e como a equipe estava ocupada em outras tarefas eu ocupei-me dessa a qual descrevi. A cada dia era algo novo que se acrescentava e ampliava meu pensamento, esclarecendo dúvidas que geralmente temos em relação a questão profissional, o que foi de grande importância, porque a cada momento as evidências em relação a profissão a qual escolhi dedicar-me foram positivamente fortificando-se, isso tudo devido a esse contato inédito o qual me possibilitaram. Observei que a criatividade, a dedicação, o respeito e o envolvimento entre todos faz a diferença, trazendo muito benefício, especialmente para quem acredita, se entrega e depende desses profissionais para dar continuidade a vida e nada mais gratificante, para quem realiza esses trabalhos de cuidados, que participar da recuperação da saúde. Diante do que acabo de descrever, sito um acontecimento simples, mas que expõem e demonstra com clareza o que destaquei ser extremamente essencial para se obter um trabalho grupal e com qualidade. Contudo, a experiência serviu para reflexão, onde tive a chance de ver os dois lados, tanto o do profissional, quanto o do paciente, o que facilitou e me possibilitou a formular idéias, ter um pensamento crítico em relação a certas atitudes que presenciei e fazer uma auto reflexão sobre isso, surgimento de interrogações, que no meu ver são importantes para que a procura do conhecimento seja contínua e nunca se aniquile, onde algumas dessas dúvidas e críticas por mim formuladas através de ações que observei –o que ficou apenas em pensamento, não mais que isso- só saberei e conseguirei saná-las e resolve-las quando me encontrar no campo de trabalho.

Correspondência para: Mariana de Oliveira Waucher, e-mail: marcia.bergmann@ig.com.br