Goiânia, 07 de novembro de 2005.

REABILITAÇÃO ORTOPÉDICA COM ÊNFASE NA QUALIDADE DE VIDA DO IDOSO

Carla Maria Maluf Ferrari

Rita de Cássia Ribeiro

Ana Carolina Goulardins de Almeida

Herley Gomes Massagardi

Carolina Nunes Silveira

Susan Silva Maia Biasoli

Tânia Kinue Rodrigues

Vanessa Gouveia Alves

INTRODUÇÃO: A população de idosos é a que apresenta a maior projeção de crescimento mundial. No Brasil, estima-se o aumento dos idosos de 7,5 para 30 milhões em 2020, ocasião na qual o país terá a sexta população de idosos do planeta (1). A conseqüência desta mudança demográfica é caracterizada pela queda da mortalidade e redução de doenças infecciosas. A maioria dos óbitos, atualmente, é decorrente de doenças crônico-degenerativas(2). As quedas contribuem para o declínio funcional dos idosos em decorrência de freqüentes fraturas ósseas e lesões musculares. A tendência é trata-las cirurgicamente, para permitir que o paciente retome, o mais breve possível, às sua atividades de vida diária (AVDs) 3). A reabilitação do paciente geriátrico ortopédico, dever ser individualizada e realizada por uma equipe multidisciplinar. Deve valorizar os ganhos funcionais tanto quanto a perspectiva de melhora clínica, considerando a identidade biopsicossocial do paciente, por meio da elaboração de diagnósticos funcionais e intervenções que objetivem a recuperação da independência e reintegração do idoso na comunidade (4). O tratamento deve ser iniciado o mais cedo possível para evitar lesões secundárias; o paciente deve compreender porque deve realizar as propostas feitas pela equipe de reabilitação. OBJETIVO: Abordar a reabilitação ortopédica multidisciplinar no idoso com enfoque na qualidade de vida. MÉTODO: Revisão da literatura em bases de dados pertinentes. CONCLUSÃO: Podemos dizer que a reabilitação das fraturas deve respeitar o mínimo de imobilização e de repouso necessário para a consolidação da fratura e ao mesmo tempo estimular, ao máximo, a função remanescente. As regiões diretamente envolvidas com a fratura devem repousar apenas o suficiente para que o processo inflamatório melhore e posteriormente serem estimuladas. (4) Não há técnica, por mais sofisticada que seja, que substitua uma boa relação do cliente com aquele que o assiste. (4) A reabilitação do paciente geriátrico ortopédico, dever ser individualizada e realizada por uma equipe multidisciplinar, com o objetivo de recuperar a independência do idoso, reintegrá-lo na comunidade e oferecer boa qualidade de vida.

Correspondência para: Carla Maria Maluf Ferrari, e-mail: c-maluf@uol.com.br