Goiânia, 07 de novembro de 2005.

EDUCAÇÃO CONTINUADA E OS ASPECTOS PSICOLOGICOS SOB A VISÃO DO ENF.

Margarete Aparecida Fleiter.

O tema foi escolhido por abordar um assunto diretamente relacionado a todo profissional de enfermagem, apesar da sua complexidade e de gerar dúvida entre muitos profissionais, é conseqüência da permanente busca da qualidade do seu trabalho e da equipe de enfermagem. A educação continuada é um método direto utilizado para alcançar este objetivo. O enfermeiro trabalha ao lado da equipe a há necessidade de constante sintonia para alcance do objetivo comum, uma vez que o ser humano esta em constante transformação e aprimoramento. A transmissão do conhecimento técnico-científico não pode ser considerada como um ato de favor dos detentores, tanto do poder como do conhecimento. Deve ficar absolutamente claro que assim como o indivíduo tem direito à informação o cidadão tem o dever de se informar. As ações de educação continuada em saúde devem contribuir, decisivamente, para transformação dos indivíduos, instituições, coletividades e governos. Mesmo com tanta tecnologia, medicamentos de ponta, investimentos, nada tem valor se o profissional da área de saúde não se conscientizar que não adianta luxo, equipamentos de ultima geração se seus atos não forem melhorados e atualizados constantemente. Nas colocações de Florence (1985), a evolução da enfermagem comparava-se a evolução e descobertas de uma vontade de mudar mesmo em condições precárias. Em outros referenciais pode-se notar a vontade de lutar por descobertas, mesmo que estes méritos só viessem a ser reconhecido pos morte do seu descobridor, mas a evolução superou barreiras. O trabalho tem como objetivo a avaliação da adoção de medidas educativas relacionadas a prevenção de uma melhoria na qualidade da assistência a saúde da população prevenindo certas patologias comumente tratadas em unidades de saúde, com o levantamento dos dados tendo então delineado o problema para a necessidade de uma interação de educação continuada com a contribuição dos profissionais que atuam ativamente na comunidade local. Segundo a Organização Mundial em Saúde (OMS), a conceituação de educação em saúde, nem como ciência nem como arte, mas como disciplina de ação entre as esperanças da população e as políticas de saúde do governo, é um dos mais importantes elos de ligação entre os desejos e expectativas da população por uma vida melhor e as projeções e estimativas dos governantes ao oferecer programas de saúde mais eficientes. No Ministério da saúde existe uma proposta para a formação do Programa de Humanização e Ed

Correspondência para: Margarete Aparecida Fleiter., e-mail: margaretefleiter@hotmail.com