Goiânia, 07 de novembro de 2005.

EQIUPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL-RESISTÊNCIA NA SAÚDE

Giselly Storch Emerick

Therezinha Barbosa Monteiro

Eliete Silva de Oliveira Reis

INTRODUÇÃO: Vários autores têm relatado o risco dos profissionais de saúde em adquirir infecções durante o desenvolvimento de suas atividades. Assim, infecções transmitidas, principalmente, através de sangue contaminado pelos vírus da hepatite B (VHB), vírus da hepatite C (VHC) e o vírus da imunodeficiência adquirida (HIV) têm sido observadas em trabalhadores da saúde após a exposição acidental com material biológico. Para prevenir tais acidentes, têm sido recomendada aos profissionais de saúde a adoção do uso de EPI´s, que incluem o uso de luvas, máscaras, óculos protetores e capote, sempre que o profissional for realizar algum procedimento. Diante disso quais as razões pelas quais os profissionais não fazem uso dos EPI´s. Estes têm conhecimento, mas não aderem às medidas e possuem uma percepção fraca de risco, pois na maioria das vezes fazem uso de barreiras apenas mediante o diagnóstico de soropositividade para HIV. Este é um dos aspectos mais preocupantes, uma vez que esta falsa segurança aumenta significativamente o risco da transmissão do HIV. Particularmente para os profissionais de saúde, o uso de barreiras de proteção deve ser conduta priorizada a todos os procedimentos, diferentemente do que é recomendado pela Portaria n. 3. 214 do Ministério do Trabalho e Emprego. No caso dos agentes biológicos, como em grande parte das situações é impossível ou inviável o controle da fonte ou do ambiente como um todo, as barreiras de proteção, representadas nesse caso pelos EPI´s, devem estar presentes em todas as situações que ofereçam risco, mesmo que potencial. OBJETIVO GERAL: Motivar o uso de EPI´s como rotina de trabalho para os profissionais de saúde. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Alertar aos profissionais quanto aos riscos da não utilização dos EPI´s; Incentivar os profissionais de saúde a ter atenção máxima durante o manuseio de materiais pérfuro-cortante. METODOLOGIA: A pesquisa terá como característica um estudo exploratório e quantitativo, através de um questionário estruturado o qual será aplicado à setores como: UTI, clínicas, pronto socorro, centro cirúrgico, pediatria e laboratório do Hospital Maternidade Sílvio Ávidos (HMSA), município de Colatina, Espírito Santo. RESULTADOS: Levar o enfermeiro a uma maior conscientização para que possa entender a necessidade de alertar aos profissionais de assistência direta em saúde, quanto à importância do uso do E. P. I. , minimizando assim os riscos de aquisição de doenças graves devido à falta do uso do mesmo.

Correspondência para: Giselly Storch Emerick, e-mail: gisaemerick@bol.com.br