AÇÕES NÃO-FARMACOLÓGICAS DE ENFERMAGEM: ALÍVIO DA DOR PÓS-OPERATÓRIA
Ana Paula Cavalheiros Soares
Camila Yuri Hosokawa
Mary Elizabeth de Santana
Rafaela Santos dos Santos
Tatiane Ramos da Silva
INTRODUÇÃO: A dor é uma experiência habitual das instituições de saúde, de trabalho e no domicílio. Já que em muitos casos, mais do que um sintoma, a dor é a doença em si, e seu controle é o objetivo do tratamento. De sua experiência resultam alterações biológicas, psicossociais e sofrimento. Há prejuízo do sono, do trabalho, da movimentação, da deambulação e alteração do humor. Por meio de estudos experimentais realizados por pesquisadores que estudam a dor, observamos que mais de 70% dos mesmos fazem uso de medicações analgésicas em vez de terapias alternativas. Por outro lado, já estão sendo desenvolvidos estudos na área da enfermagem com intuito que os enfermeiros possam implementar ações não-farmacológicas para o alívio da dor no pós-operatório. O interesse pelo estudo surgiu durante as aulas práticas da disciplina Enfermagem em Centro-cirúrgico, por intermédio da observação de pacientes com dor no pós-operatório. OBJETIVOS: Analisar os tratamentos alternativos empregados pela equipe de Enfermagem no alívio da dor no pós-operatório mediato. Identificar as intervenções alternativas de enfermagem para o alívio da dor no pós-operatório mediato. METODOLOGIA: Este estudo trata-se de uma revisão bibliográfica que, segundo Lakatos e Marconi (2001), consiste em levantamento de toda bibliografia referente ao tema consultado, em forma de livros, revistas, publicações avulsas e impressa escrita. E tem como finalidade colocar o pesquisador em contato direto com tudo aquilo que foi escrito sobre o assunto. Etapas: 1ª etapa: Levantamento bibliográfico sobre o tema, sendo levantados 4 artigos e 17 livros na biblioteca “Leontina Gomes” do Campus IV do Curso de Enfermagem da UEPA. e sites referentes ao tema. 2ª etapa: Leitura e análise: realizamos a leitura dos artigos identificados na biblioteca e nos sites, porém dos 21 artigos lidos e analisados, apenas 10 artigos fazem parte da pesquisa. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Os autores dos trabalhos concordam que a dor é uma resposta subjetiva do indivíduo quando este sofre alteração no seu estado holístico. As vantagens das técnicas não farmacológicas sobre as medicações analgésicas, consistem no fato de que elas podem controlar a dor em certas pessoas sem causar efeitos colaterais e nem alterar a capacidade mental e funcional. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A enfermagem exerce um papel essencial na avaliação, no planejamento e na implementação intervenções de enfermagem para alívio da dor no pós-operatório.
Correspondência para: Camila Yuri Hosokawa, e-mail: japinha_c@yahoo.com.br
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