Goiânia, 07 de novembro de 2005.

SEQÜELADOS POR ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO NO SID DE LONDRINA (PR)

Flávia Lopes Gabani

Lígia Fernandes A. D. Devito

Jackeline Aristides

Jaqueline Franciscatti

Inês Gimenes Rodrigues

Flávio Henrique Muzzi Sant Ana

É cada vez maior a incidência de Acidente Vascular Encefálico (AVE) na nossa sociedade, chegando atingir noventa mil brasileiros no ano de 2002. Hoje, vê-se uma esperança para os pacientes seqüelados por AVE no que tange ao atendimento integral, humanizado e individualizado por meio do Sistema de Internação Domiciliar (SID). Este estudo objetivou conhecer o perfil dos pacientes vítimas de AVE cadastrados no SID de Londrina (PR) nos anos de 2001 a 2002. Obtiveram-se os dados na sede do SID por meio de visitas semanais para coleta das informações nas fichas de cadastro e nos prontuários dos pacientes, utilizando-se instrumento pré-testado. Dos pacientes atendidos por esse serviço com a citada patologia, 53% são do sexo feminino, sendo a esmagadora maioria idosa. Também, 60% possuem renda mensal de até três salários mínimos com grande dependência desse serviço para tratamento, muitas vezes paliativo, de suas outras patologias ou das seqüelas do AVE. Dessa forma, é vultosa a importância desse tipo de assistência para esses pacientes dependentes de acompanhamento terapêutico e paliativo que demandam grande gasto financeiro e dedicação familiar para manutenção de qualidade de vida digna e merecida.

Correspondência para: Flávia Lopes Gabani, e-mail: flavialg@gmail.com