SEQÜELADOS POR ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO NO SID DE LONDRINA (PR)
Flávia Lopes Gabani
Lígia Fernandes A. D. Devito
Jackeline Aristides
Jaqueline Franciscatti
Inês Gimenes Rodrigues
Flávio Henrique Muzzi Sant Ana
É cada vez maior a incidência de Acidente Vascular Encefálico (AVE) na nossa sociedade, chegando atingir noventa mil brasileiros no ano de 2002. Hoje, vê-se uma esperança para os pacientes seqüelados por AVE no que tange ao atendimento integral, humanizado e individualizado por meio do Sistema de Internação Domiciliar (SID). Este estudo objetivou conhecer o perfil dos pacientes vítimas de AVE cadastrados no SID de Londrina (PR) nos anos de 2001 a 2002. Obtiveram-se os dados na sede do SID por meio de visitas semanais para coleta das informações nas fichas de cadastro e nos prontuários dos pacientes, utilizando-se instrumento pré-testado. Dos pacientes atendidos por esse serviço com a citada patologia, 53% são do sexo feminino, sendo a esmagadora maioria idosa. Também, 60% possuem renda mensal de até três salários mínimos com grande dependência desse serviço para tratamento, muitas vezes paliativo, de suas outras patologias ou das seqüelas do AVE. Dessa forma, é vultosa a importância desse tipo de assistência para esses pacientes dependentes de acompanhamento terapêutico e paliativo que demandam grande gasto financeiro e dedicação familiar para manutenção de qualidade de vida digna e merecida.
Correspondência para: Flávia Lopes Gabani, e-mail: flavialg@gmail.com
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