Goiânia, 07 de novembro de 2005.

FORMAS DE ATENDIMENTO A POPULAÇÃO IDOSA: UM DESAFIO A SER CONSTRUÍDO

Marta Carvalho Loures

Elidia Ribeiro Bentes Soares

No final da década de 1980, quando se intensifica o movimento de valorização do idoso em decorrência das análises demográficas acerca do envelhecimento populacional, muitos profissionais nas áreas da saúde e das ciências humanas e sociais tomaram como ponto de partida a marcante, Trata-se de um fenômeno extraordinário com conseqüências para todos. O envelhecimento não será apenas um problema do primeiro mundo. O que era de importância secundária no século anterior tende a se converter em temas dominantes neste novo século. Não é apenas prolongar a vida, mas sobre tudo, a manutenção da capacidade funcional de cada pessoa de maneira que esta conserve sua independência e autonomia. Nos países que estão envelhecendo como o Brasil, é preciso garantir o acesso universal aos cuidados primários, políticas públicas voltadas para controle de risco e mudança de estilo de vida, com ênfase na promoção e prevenção de saúde e doenças, além de que o idoso seja avaliado de forma integral. O trabalho propõe reflexão dos conceitos existentes em relação ao atendimento do idoso; rever as formas de atendimento as leis e portarias de proteção ao idoso apoiada na idéias de vários autores e apontar as ações de enfrentamento para os gestores e demais envolvidos Este estudo se apoiará no conhecimento já produzido através da revisão de literatura nacionalmente, e teoricamente nas idéias de vários autores, leis e portarias de proteção ao idoso. Os dados foram analisados, e descritos a síntese dos conteúdos na forma de textos. Abordando o cuidado ao ser humano idoso, a família e o idoso, as leis de proteção e de garantia de atendimento ao idoso. Constata-se a importância e a emergência em estabelecer políticas públicas, voltadas para o envelhecimento em especial para o grupo populacional acima de 60 anos, com recursos financeiros assegurado no orçamento das três esferas de governo; É fundamental o investimento nas áreas: educação-saúde, na promoção, prevenção e reabilitação à saúde do idoso com vista ao envelhecimento saudável e ativo; Constatamos para melhoria do atendimento do idoso é necessário o estabelecimento /implantação e implementação das redes de serviços. É fundamental o investimento nas áreas: educação-saúde, na promoção, prevenção e reabilitação; na qualificação dos profissionais, e cursos para familiares, cuidadores e próprios idosos. Este poderá contribuir no rompimento do preconceito existente e como sujeito do processo, será agente de mudança no meio em que vivem.

Correspondência para: Marta Carvalho Loures, e-mail: martaloures@cultura.com.br