PRÁTICA EDUCATIVA NA PROMOÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA
Marluce Alves Nunes Oliveira
Dayane Brandão Rolim
Karoline da Silva Oliveira
Márci Gomes Silva
A prática educativa possui capacidade limitada para produzir mudanças rápidas na saúde de grandes grupos populacionais, mas com a idéia de “vínculo” existente entre comunidade e equipes, fortalece-se uma idéia de educação contínua, e de constantes troca entre as duas partes. A constante informação da população através de consultas, visitas domiciliares, salas de espera, trabalhos educativos na comunidade e a abordagem com grupos são estratégias básicas para viabilização de diversos programas na Saúde Pública. Este estudo objetiva fazer uma reflexão sobre a prática educativa na promoção da qualidade de vida nos Programas de Saúde Pública. Utilizamos levantamento bibliográfico pertinente à temática e mostramos a necessidade da utilização da prática educativa como principal ferramenta da promoção da qualidade de vida, apontando limites e possibilidades como estratégia para a promoção da qualidade de vida nos programas de Saúde Pública. O estudo refere como possibilidade: capacitação dos profissionais no local de trabalho, alcance de um grande número de pessoas e de grupos, os processos educativos viabilizam o controle de epidemias, promoção da capacitação da comunidade para atuar na condição de vida, mudanças rápidas na saúde de grandes grupos populacionais, colaborando com o controle e prevenção de doenças pelo poder público. Como limites: maior conscientização dos profissionais quanto à relevância desta atividade; comunidade que ainda encontre-se ligada ao modelo de atenção curativa, baseada no atendimento “queixa-conduta”; e por fim, reorganizar o modelo das atividades ditas educativas, que atualmente prevêem prioritariamente aulas e palestras, no máximo reservando algum espaço para que dúvidas da comunidade sejam esclarecidas pelos profissionais.
Correspondência para: Marluce Alves Nunes Oliveira, e-mail: milicialves@yahoo.com.br
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