Goiânia, 07 de novembro de 2005.

A ENFERMAGEM E O PROCESSO DE TRABALHO EM UTI

Melissa Palermo Moreno

Daniele Louise Lopes Toledo

Mônica Rosane Silva

Ana Lúcia Jezuíno da Costa

Ao iniciarmos este trabalho, as divirgências com relação ao objeto de estudo, quase nos separaram. O amadurecimento veio durante o processo de discussão quando percebemos que a questão de gênero na enfermagem era o ponto em comum que nos fascinava, por isso decidimos caminhar juntas. Mesmo assim, a divisão aparecia sempre que defendíamos nossas idéias; um grupo direcionava o trabalho apenas para os problemas da mulher e o outro queria entender como se dá o trabalho da enfermeira na terapia intensiva. Foi então qie revimos os cenários eas experiências vivenciadas em estágios extracirruculares, principalmente no setor de terapia intensiva e observamos que essa trabalhadora tem uma carga maior de stress,tem família, problemas finabceiros e se emociona com maior facilidade, assim surge a idéia de associar neste trabalho os dois objetos e discutir a visão da mulher enfermeira com relação ao processo de trabalho no setor de terapia intensiva. O objetivo deste estudo é de descrever a visão da enfermeira sobre o seu trabalho, identificando pontos geradores de conflito entre a enfermeira e o trabalho. Esta pesquisa veio facilitar o entendimento da relação do reflexo de trabalho na pessoal, diagnosticando pontos geradores de conflitos, gerando subsídios para os gerentes desse serviço na melhora do aproveitamento dessa trabalhadora. A metodologia utilizada neste estudo foi de natureza qualitativa que, entrevistou enfermeiras intensivistas de um hospital escola privado, utilizando-se um roteiro flexível de entrevista, acompanhadas de observações simultâneas dos gestos e atitudes do entrevistado. Analisando a concepção da enfermeira perante o trabalho no setor de terapia intensiva, concluímos que os conflitos familiares estão presentes, e com alto nível de estresse que, a todo tempo, traçam estratégias na tentativa de minimizar a pressão familiar. Esta pesquisa retrata que algumas enfermeiras intensivistas conseguem vencer obstáculos, conciliando o seu trabalho com sua vida familiar de maneira harmoniosa. Em relação ao gênero, costatamos que estas enfermeiras tem um sentimento amigável e harmonioso para classe masculina, mas no sub consciente o verdadeiro sentimento é o da disputa, o medo de perder o espaço, as rodeiam, por isso vivem na busca incansável de dar o melhor de si.

Correspondência para: Melissa Palermo Moreno, e-mail: melpm_rj@yahoo.com.br