ACOLHIMENTO: UMA NECESSIDADE
Daniel Buramnn de Mendonça
Janine Matana Serafini
Luciana Negrini
Jones da Rocha Rossi
Através de experiências vivenciadas durante a prática da disciplina Estudos Integrados IV vislumbrou-se realizar discussões sobre a importância do acolhimento dos usuários hipertensos e diabéticos que freqüentam a Unidade Básica de Saúde do Programa de Saúde da Família Victor Hoffmann – Santa Maria (RS). Sendo o processo desse trabalho realizado através da observação diária dos clientes que freqüentam a Unidade. No final da década de 80, desconhecia-se a prevalência das doenças crônico-degenerativas, hoje se sabe que o coeficiente da prevalência traduz a magnitude do problema e fornece subsídios para o planejamento das ações de saúde. A situação de bem viver ou mal viver, gerada pela realidade do usuário, influencia na resposta metabólica que se expressa, e esse “ser” que se mostra “doente” busca na equipe multidisciplinar uma resposta, e intervenções que promovam o seu bem estar. Através do processo de escuta, o profissional de saúde deve perceber a complexidade da diversidade na simplicidade das queixas do usuário, para então aplicar atos de cuidado que representam a mediação no processo de transformação das necessidades do ser humano de viver saudável, pois é o próprio ser humano que se transforma a partir de como se sentiu acolhido. Tendo como resultado, a melhora significativa na qualidade de vida e no bem estar do paciente, alcançando também um novo patamar nas relações interpessoais entre profissional e cliente, dando mais ênfase a importância do acolhimento. Frente a isso o processo de interação que ocorre entre seres humanos, a partir do acolhimento se dá através da troca de energia e de universos culturais que se fundamenta na comunicação verbal e não verbal. Por conseguinte, o enfermeiro colabora na manutenção de uma vida saudável.
Correspondência para: Daniel Buramnn de Mendonça, e-mail: luciananegrini@hotmail.com
|