Ir direto para menu de acessibilidade.
Portal do Governo Brasileiro
Página inicial > Edições Anteriores > 2001 a 2011 > Edições 2005 > IS nº 1, jan./mar. 2005 > CONTROLE DE MEDICAMENTOS E ENTORPECENTES
Início do conteúdo da página

DOENÇAS NEGLIGENCIADAS

Publicado: Segunda, 18 de Maio de 2015, 11h52 | Acessos: 5418

007
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Ciência e Tecnologia. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Doenças negligenciadas: estratégias do Ministério da Saúde. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 44, n. 1, p. 200-202, fev. 2010. Disponível em Scielo


POBREZA

008
LINDOSO, José Angelo L.; LINDOSO, Ana Angélica B. P. Doenças tropicais negligenciadas no Brasil. Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, São Paulo, v. 51, n. 5, p. 247-253, set./out. 2009. Disponível em Scielo

A pobreza está intrinsicamente relacionada com a ocorrência de doenças tropicais negligenciadas (DTNs). Os principais países com os menores índices de desenvolvimento humano (IDH) e a maior carga de DTNs estão nas regiões tropicais e subtropicais do globo terrestre. O Brasil é o 70º país no ranking do IDH e concentra nove das 10 principais doenças tropicais consideradas negligenciadas pela OMS. Leishmanioses, tuberculose, dengue e hanseníase ocorrem em quase todo o território do Brasil. Mais de 90% dos casos de malária ocorrem na região norte e há surtos de filariose linfática e oncocercose. As regiões norte e nordeste apresentam o menor IDH e concentram o maior número das DTNs. Essas doenças são consideradas negligenciadas devido à falta de investimento no desenvolvimento de novas drogas e vacinas e também pela pouca eficácia dos programas de controle. Um problema preocupante em relação às DTNs é a co-infecção com HIV, que favorece manifestações clínicas graves e falência terapêutica. Neste artigo, a situação das principais DTNs no Brasil é descrita e correlacionada com o IDH e a pobreza.

Fim do conteúdo da página