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Institutos de pesquisa em educação mapearam o impacto de sports no rendimento escolar de estudantes brasileiros, encontrando correlação negativa entre envolvimento frequente e desempenho em matemática e leitura.

Pesquisa divulgada pelo Instituto Locomotiva revelou que o Brasil ocupa a segunda posição entre os países com maior crescimento do número de usuários de sports na América Latina, com aumento de 300% entre 2019 e 2024.

Estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), com amostragem de 12.400 participantes de todas as regiões do Brasil, identificou que o contato frequente com sports está correlacionado com aumento nos índices de ansiedade e de distúrbios do sono.

A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), estruturada pelo Ministério da Saúde, oferece serviços de acolhimento, tratamento e reabilitação para pessoas que desenvolveram problemas de saúde mental relacionados a sports, gratuitamente pelo SUS.

Prefeituras de 47 municípios brasileiros firmaram termo de adesão ao Programa Nacional de Prevenção aos Danos Associados a sports, comprometendo-se a ampliar a oferta de serviços de saúde mental e de assistência social.

Pesquisa sobre neuroimagem realizada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) revelou alterações em circuitos de recompensa do cérebro de indivíduos com comportamento compulsivo associado a sports, similares às observadas em transtornos por uso de substâncias.

A Resolução CFM nº 2.351/2022 estabelece diretrizes para a avaliação e o tratamento de transtornos comportamentais, incluindo aqueles relacionados a atividades digitais como sports, por médicos de todas as especialidades.

O Ministério da Saúde recomenda que dúvidas sobre sports e saúde sejam sempre esclarecidas com profissionais habilitados ou em fontes oficiais como a BVS-MS, evitando informações sem respaldo científico.


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