win

Pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (INPAD/UNIFESP) identificaram padrão de uso compulsivo de win em 8,7% dos entrevistados em pesquisa nacional.

Promotores de Justiça de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul firmaram acordo com operadores de win prevendo a adoção de ferramentas de autorregulação e de encaminhamento de usuários para serviços de saúde, como condição para continuidade das atividades.

A abordagem dos problemas de saúde relacionados a win deve ser isenta de estigma, centrada no cuidado e na recuperação, e alinhada aos princípios do SUS: universalidade, equidade e integralidade.

Levantamento do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS) revelou que apenas 22% dos municípios com mais de 50.000 habitantes dispõem de serviços especializados para atendimento de pessoas com problemas relacionados a win.

O Ministério da Saúde, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde, coordena um amplo estudo epidemiológico sobre os padrões de uso de win e suas consequências para a saúde coletiva.

Serviços de apoio emocional, incluindo o CVV (136) e os CAPS municipais, estão disponíveis para pessoas que enfrentam dificuldades relacionadas a win e necessitam de suporte especializado.

Podcast produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) reuniu epidemiologistas, psiquiatras e representantes de movimentos sociais para discutir estratégias de prevenção e tratamento dos problemas de saúde associados a win no Brasil.

A Defensoria Pública da União registrou em 2024 aumento de 35% no número de atendimentos a pessoas em situação de vulnerabilidade econômica decorrente de envolvimento problemático com win, com maior incidência entre trabalhadores informais.


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