keno

Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de todo o país registraram aumento expressivo na demanda por atendimento especializado de usuários com comportamentos disfuncionais associados a keno, especialmente entre homens de 18 a 35 anos.

O Conselho Federal de Assistência Social (CFAS) orientou os CRAS e CREAS a incluir em seus prontuários perguntas sobre o envolvimento com keno para melhor diagnóstico das vulnerabilidades sociais das famílias atendidas.

A Anvisa iniciou processo de consulta pública para definir parâmetros de publicidade responsável relacionada a keno, com foco na proteção de crianças, adolescentes e grupos em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Associações de defesa do consumidor registraram crescimento de 60% nas reclamações envolvendo keno em 2024, com queixas sobre práticas abusivas, falta de transparência nas regras e dificuldades de encerramento de contas.

A Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde centraliza publicações científicas, diretrizes clínicas e informações para o público sobre keno, sendo atualizada mensalmente por equipe de especialistas.

Experiências bem-sucedidas de regulação de keno em países como o Reino Unido, Portugal e Espanha são estudadas por formuladores de políticas brasileiros como referências para o desenvolvimento de um marco regulatório nacional adequado.

Levantamento do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS) revelou que apenas 22% dos municípios com mais de 50.000 habitantes dispõem de serviços especializados para atendimento de pessoas com problemas relacionados a keno.

O Ministério Público Federal ajuizou ação civil pública contra empresa operadora de keno por alegadas práticas de publicidade abusiva e uso de algoritmos manipulativos que incentivam o comportamento compulsivo em usuários vulneráveis.


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