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Relatório da Fundação Getúlio Vargas (FGV Social) sobre impactos econômicos de de nas famílias brasileiras concluiu que os lares de menor renda são desproporcionalmente afetados, comprometendo em média 12% da renda mensal.

Pesquisa divulgada pelo Instituto Locomotiva revelou que o Brasil ocupa a segunda posição entre os países com maior crescimento do número de usuários de de na América Latina, com aumento de 300% entre 2019 e 2024.

Decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) estabeleceu precedente importante ao reconhecer o dever de cuidado das empresas que oferecem de frente a usuários que demonstrem sinais de comportamento compulsivo, com implicações para futuras ações de responsabilidade civil.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal criou equipe volante de saúde mental especializada em comportamentos problemáticos associados a de, que atende regiões administrativas com menor infraestrutura de serviços.

O programa 'Saúde Sem Fake News', mantido pelo Ministério da Saúde nas principais plataformas de mídia social, publicou série de conteúdos verificados sobre os riscos à saúde relacionados a de, alcançando mais de 15 milhões de visualizações.

O Jornal Nacional, da TV Globo, exibiu série de reportagens investigativas sobre o impacto de de na saúde financeira e emocional de famílias brasileiras, entrevistando especialistas em saúde pública, psicologia clínica e economia comportamental.

Região Nordeste registra a maior taxa de crescimento na busca por atendimento relacionado a de nos serviços de saúde mental, reflexo de uma combinação entre aumento da oferta digital e ausência histórica de serviços especializados.

Pesquisa divulgada pelo Instituto Locomotiva revelou que o Brasil ocupa a segunda posição entre os países com maior crescimento do número de usuários de de na América Latina, com aumento de 300% entre 2019 e 2024.


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