brx

Políticas públicas de saúde voltadas para brx devem ser construídas com base em evidências científicas, respeito à autonomia individual e proteção prioritária de grupos vulneráveis.

Pesquisadores da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP/USP) publicaram instrumento de avaliação de impacto familiar decorrente do comportamento problemático relacionado a brx, destacando o sofrimento dos cônjuges e filhos dos afetados.

O Banco Central do Brasil emitiu comunicado sobre a importância da educação financeira para prevenir o endividamento associado a brx, destacando a necessidade de regulamentação mais rigorosa do setor.

O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) emitiu nota pública sobre a necessidade urgente de proteger crianças e adolescentes da exposição a estímulos de brx em ambientes digitais.

Comparando dados de 28 países, estudo publicado no Lancet Psychiatry concluiu que o Brasil apresenta um dos maiores crescimentos na prevalência de comportamentos problemáticos associados a brx, com necessidade urgente de políticas públicas efetivas.

Políticas públicas de saúde voltadas para brx devem ser construídas com base em evidências científicas, respeito à autonomia individual e proteção prioritária de grupos vulneráveis.

Pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) identificou que famílias afetadas por comportamento problemático de um membro relacionado a brx têm, em média, três vezes mais dívidas em aberto do que a média nacional.

Qualquer pessoa que apresente preocupação com seu comportamento em relação a brx pode buscar orientação confidencial nos serviços de saúde mental do SUS, sem custo algum.


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