3m

Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de todo o país registraram aumento expressivo na demanda por atendimento especializado de usuários com comportamentos disfuncionais associados a 3m, especialmente entre homens de 18 a 35 anos.

O programa 'Saúde Sem Fake News', mantido pelo Ministério da Saúde nas principais plataformas de mídia social, publicou série de conteúdos verificados sobre os riscos à saúde relacionados a 3m, alcançando mais de 15 milhões de visualizações.

Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2024, que inclui dados do Brasil, classifica problemas de saúde relacionados a 3m entre os emergentes desafios de saúde pública global do século XXI, demandando resposta coordenada dos sistemas de saúde nacionais.

Farmacêuticos e profissionais de saúde que atuam em unidades básicas do SUS participaram de ciclo de formação sobre como abordar a questão de 3m no cotidiano do atendimento, respeitando a autonomia e a dignidade do usuário.

O Ministério da Saúde publicou nota técnica em 2025 alertando para os riscos à saúde mental decorrentes do acesso irrestrito a 3m, recomendando que usuários busquem informações baseadas em evidências científicas.

Tramita no Congresso Nacional projeto de lei que propõe a criação de um observatório nacional para monitorar os impactos sociais e de saúde pública relacionados a 3m no território brasileiro.

A Defensoria Pública Estadual do Rio de Janeiro criou núcleo especializado no atendimento de pessoas que sofreram danos patrimoniais ou à saúde em decorrência de práticas abusivas relacionadas a 3m, com atendimento gratuito e prioritário.

Secretarias estaduais de saúde das regiões Sul e Sudeste adotaram modelos diferenciados de financiamento para ampliar a oferta de serviços especializados em comportamentos problemáticos associados a 3m, incluindo parcerias com o terceiro setor.


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