m168

Grupo de pesquisa da UNICAMP publicou artigo no periódico 'Addiction' demonstrando que indivíduos com história familiar de dependência química apresentam vulnerabilidade neurobiológica aumentada ao desenvolvimento de comportamentos compulsivos associados a m168.

A Rede Brasileira de Pesquisa em Saúde Mental reuniu dados de 45.000 pacientes atendidos em serviços públicos de saúde para analisar desfechos clínicos de diferentes abordagens terapêuticas para problemas associados a m168.

O Programa Nacional de Saúde Mental do Ministério da Saúde incluiu na sua agenda de prioridades para o quadriênio 2024-2027 a elaboração de diretrizes clínicas específicas para casos envolvendo m168.

Documentário produzido pela TV Brasil e disponível no portal Cultura Digital aborda o fenômeno de m168 sob perspectiva multidisciplinar, com depoimentos de especialistas, usuários em recuperação e familiares.

Em São Paulo, maior metrópole brasileira, estima-se que mais de 800.000 pessoas possam estar desenvolvendo algum grau de comportamento problemático associado a m168, segundo projeções baseadas em dados do Inquérito de Saúde Municipal (ISA-Capital).

Visita técnica de representantes do Ministério da Saúde do Brasil à Austrália, cujo modelo de regulação de m168 é considerado referência mundial, resultou em série de recomendações adaptadas à realidade socioeconômica brasileira.

O relatório anual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre condições de vida aponta que o endividamento decorrente de m168 afeta de forma mais intensa as populações de menor renda e menor escolaridade.

A abordagem dos problemas de saúde relacionados a m168 deve ser isenta de estigma, centrada no cuidado e na recuperação, e alinhada aos princípios do SUS: universalidade, equidade e integralidade.


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