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EDUCAÇÃO CONTINUADA

Publicado: Segunda, 11 de Maio de 2015, 16h34 | Acessos: 812

SUS; OCUPAÇÕES EM SAÚDE

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NIDECK, Renata de Lima Pacheco; QUEIROZ, Paulo Pires de. Perspectivas para o ensino na saúde: do 'apagão educacional' à política de educação permanente. Trabalho, Educação e Saúde, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, p. 159-180, jan./abr. 2015. Disponível em: Scielo

O artigo aborda a educação permanente na ótica reflexiva e rizomática, abrangendo a necessidade de desterritorializar os saberes circulantes na saúde. Trata-se de pesquisa bibliográfica cujo referencial teórico estrutura-se no materialismo histórico marxista. O estudo descreve um breve histórico sobre a política educacional com base em dois eventos marcantes ocorridos na década de 1980: a escassez de trabalhadores para o trabalho complexo, denominado ‘apagão educacional’, e o surgimento do novo ensino superior no Brasil. Tais eventos, ao atravessarem a formação profissional, reproduzem na educação em serviço a estrutura do conhecimento mais hierarquizada. Se o ensino na saúde apresenta limitações, oferece também possibilidades e perspectivas para romper com a rigidez epistemológica e aproximar-se da educação menor e do crescimento de rizomas nas práticas em saúde.

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