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MORTALIDADE INFANTIL

Publicado: Sexta, 12 de Maio de 2017, 15h36 | Acessos: 1668

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA; ENFERMAGEM EM SAÚDE PÚBLICA

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OLIVEIRA, Conceição Maria de et al. Mortalidade infantil: tendência temporal e contribuição da vigilância do óbito. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 29, n. 3, p. 282-290, maio/jun. 2016. Disponível em Scielo

Objetivo: Analisar a tendência temporal da mortalidade infantil na cidade de Recife, Pernambuco, Brasil e avaliar a contribuição da vigilância do óbito como instrumento para aprimoramento das estatísticas vitais e planejamento de ações. Métodos: Foram calculados os coeficientes de mortalidade infantil, neonatal e pós-neonatal para o período de 1980 a 2012. Utilizou-se o modelo de regressão exponencial para análise da tendência. Para avaliar a contribuição da vigilância do óbito infantil foi realizado um estudo sobre as variáveis, causas básicas e associadas da Declaração de Óbito, e da evitabilidade. Resultados: A tendência do coeficiente de mortalidade infantil e seus componentes etários foram decrescentes. Após a investigação da vigilância do óbito infantil nenhuma variável da Declaração de Óbito ficou incompleta e, em 52% dos óbitos, a causa básica foi melhor definida. Quase 80% dos óbitos foram classificados como evitáveis e 51,3% reduzíveis por adequada atenção à mulher na gestação. Conclusão: A mortalidade infantil apresentou tendência decrescente e a vigilância do óbito infantil contribuiu para aprimorar as estatísticas vitais, fundamental para o planejamento das ações de saúde materno-infantil.

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